Sobre MIM!


Alexandrina Silveira, 24 anos, cursa o 2º semestre de Serviço Social, trabalha na área de saúde, faz parte de uma ONG que cuida de pessoas na "melhor idade" e mora em Trairi-CE
E-mail:alexandrinasilveira@yahoo.com.br
Icq:196067516
Msn:alexandrinasilveira@hotmail.com



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[Sexta-feira, Agosto 15, 2008]




Estou sozinha
sem você do meu lado sei que não é destino
Sem beijar seus lábios é um desatino
eu estou sendo sincera.

Estou apaixonada
na soma de três corações, todos são enganados
Um não sabe o que os outros pensam
vivendo a fingir.

As vezes me pergunto
Por que?

Quando você volta insensato
eu vou cair, mais uma vez
Fecho os olhos, beijo sua boca
eu vou cair, em seus braços
Peço pra não ir.

Coração partido
lábios divididos
Te amo
eu não quero dividir seus lábios
Me diz o que faço
ter você só pra mim, meu amor

Não quero mais compartilhar seus lábios
O amor, o amor
dividido

Eu sofro tanto
amigos me aconselham que eu procure outro amor
e siga em frente
E sempre tenho que esperar paciente
não permito uma outra tocando em ti.

Renunciar a esse amor
que só te fez chorar
nunca te deu valor
Vivendo uma vida torturada
vem pros meus braços ser amado
Aí é só nós dois...


Por Alexandrina * 4:40:17 PM * Comments:

[Quinta-feira, Agosto 14, 2008]




Eu não existo sem você

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você

Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
Vinícius de Moraes

Por Alexandrina * 10:57:26 PM * Comments:

[Segunda-feira, Julho 28, 2008]




hoje me desfiz dos meus bens
vendi o sofá cujo tecido desenhei
e a mesa de jantar onde fizemos planos

o quadro que fica atrás do bar
rifei junto com algumas quinquilharias
da época em que nos juntamos

a tevê e o aparelho de som
foram adquiridos pela vizinha
testemunha do quanto erramos

a cama doei para um asilo
sem olhar pra trás e lembrar
do que ali inventamos

aquele cinzeiro de cobre
foi de brinde com os cristais
e as plantas que não regamos

coube tudo num caminhão de mudança
até a dor que não soubemos curar
mas que um dia vamos

Por Alexandrina * 9:43:04 AM * Comments: